Numa noite em 1971 um mochileiro inglês de 19 anos chamado Douglas Adams está bêbado e deitado em um campo em Innsbruck, Áustria. Carregava uma cópia emprestado do livro O Guia do Mochileiro da Europa, de Ken Welsh.
“…quando as estrelas surgiram me ocorreu que se ao menos alguém escrevesse um Guia do Mochileiro das Galáxias, eu ia correndo comprar um.”
Sete anos depois Douglas escreveria o guia ele mesmo.
Mesmo que essa seja a explicação oficial que Douglas sempre deu de como ele teve a ideia de sua famosa obra, ele já quase admitiu que isso provavelmente se deu porque era como ele se lembrava de ter contato pela primeira vez. É totalmente possível que isso de fato nunca tenha ocorrido.
A primeira série Radiofônica
Após ter tirado seu bacharel em Literatura Inglesa e ter atuado vários projetos de escrita e atuação, Douglas começou a trabalhar em uma série de comédia/ficção científica. Sua primeira ideia era de uma série chamada Ends of Earth, onde o planeta era destruído de várias maneiras. Assim que começou a escrevê-la, Douglas Adams introduziu um alien chamado Ford Prefect e imediatamente decidiu que ele deveria ser um pesquisador para um guia fictício, e assim renomeou a série para O Guia do Mochileiro das Galáxias.
O produtor do primeiro episódio, Simon Brett, deixou o cargo e foi substituido por Geoffrey Perkinns que disse:
“Douglas Adams sabia desde o início que ele queria fazer algo muito diferente com os efeitos sonoros do programa. Ele queria aplicar o tipo de técnica de produção usada em um, por exemplo, álbum do Pink Floyd para um programa de rádio.”
Douglas lembrava ter gasto semenas em um estúdio underground com Geoffrey e os engenheiros de som levando, às vezes, o tempo que normalmente se gastaria em uma série toda para se produzir um único efeito sonoro. Douglas mais tarde disse:
” … eu sinto que eu e as outras pessoas trabalhando nisso… todos nós criamos algo marcante para a época. Ou melhor, pareceu que estávamos totalmente loucos na época.”
Geoffrey Perkins comentou:
“Douglas se aprofundou nisso cheio de ideias, mas sem muita noção do que a estória seria. Ele estava escrevendo num modo quase ‘Dickensiano’ de episódios semanais sem saber ao certo como acabaria.”
A estória
O personagem principal é um inglês chamado Arthur Dent, que acorda numa manhã e descobre que sua casa está para ser demolida por um trator pela prefeitura (numa tradução livre de ‘concil’) para construir uma passagem. Contudo, seus problemas rapidamente aumentam quando ele descobre que a Terra toda está para ser demolida por aliens chamados Vogons, para dar passagem a uma rota expressa hiperespacial. Arthur consegue fugir com a ajuda de seu amigo Ford Prefect e logo acaba conhecendo o meio primo de Ford, o ex-presidente da galáxia de duas cabeças e três braços Zaphod Beeblebrox, bem como uma astrofísica chamada Trillian (ou Tricia McMillan), uma humana que deixou a Terra com Zaphod um pouco antes dos Vogons chegarem e um robô maníaco depressivo chamado Marvin – um protótipo da Sirius Cybernectis Corpotation com uma “Personalidade Humana Genuína”. Ford carregava consigo uma cópia eletrônica do O Guia do Mochileiro das Galáxias, que contém verbetes sobre tudo. Todos eles exploram o universo a bordo de uma nave roubada alimentada por um Gerador De Improbabilidade Infinita, aprendem a resposta para a vida, o universo, e tudo mais.
A importância das toalhas
Uma das coisas mais marcantes da estória é a importância das toalhas. A ideia, Douglas explicou, veio de uma temporada com amigos na Grécia:
“Eu estava de férias na Grécia com amigos uns anos atrás. Toda manhã eles tinham que sentar e esperar por mim porque eu não conseguia encontrar minha abençoada toalha… Eu cheguei a conclusão de que alguém bem disciplinado, alguém que fosse bem organizado, sempre saberia onde encontrar sua toalha.”
As transmissões
Haviam originalmente 6 episódios na série de rádio, transmitidos nos dias 8, 15, 22 e 23 de Março e 5 e 12 de Abril de 1978. John Lloyd co-escreveu os episódios 5 e 6. Mais tarde naquele ano, um sétimo episódio seria escrito e transmitido no dia 24 de Dezembro. O episódio acabou sendo conhecido como “O Episódio de Natal”, mesmo não tendo nenhuma referência ao Natal.
O elenco
* Simon Jones (Arthur Dent)
* Geoffrey McGiven (Ford Prefect)
* Mark Wing-Davey (Zaphod Beeblebrox)
* Susan Sheridan (Trillian)
* Stephen Moore (Marvin)
* Peter Jones (a voz do Guia)

Elenco original do rádio
Paddy Kingsland da BBC Radiophonic Workshop forneceu a trilha e os efeitos sonóros da série, incluindo a música tema, um retrabalho de The Journey of the Sorcerer dos The Eagles.
Os prêmios
A série cresceu rapidamente em popularidade. Ganhou três prêmiois: o Imperial Tobacco Award em 1978, o Sony Award em 1979 e o Society of Authors/Pye Awards Best Programme for Young People em 1980. Também foi o único programa de rádio a ser nomeado à um prêmio Hugo de ficção científica, em 1979, na categoria Dramatic Presentation.
O primeiro livro
Um editora inglesa, Pan Books, ficou interessada em publicar a série e propôs a Douglas Adams fazer a transição. Como muito escritores, ele sofreu de bloqueio criativo e considerou bem difícil continuar a escrevê-la:
“Depois de muita procrastinação e inventando desculpas e tomando banhos, eu consegui terminar dois terços do livro.”
O primeiro livro era uma versão estendida dos primeiros quatro episódios da série de rádio, apesar de que a estória divergia uma pouco da versão de rádio em números de lugares. Foi publicado em Setembro de 1979 e logo alcançou a primeira posição do Sunday Times no “mais vendidos”. Douglas Adams tinha apenas 27 anos na época.
Por volta de 1984, 1 milhão de cópias do livro tinham sido vendidas e um prêmio da editora, Golden Pan, foi dado à Douglas. O livro foi traduzido para diversas línguas: Holandês, Alemão, Hebreu, Finlandês, Francês, Sueco (n.e.: na fonte consultada não havia o Português. Creio que à data de publicação do livro essas foram as línguas que receberam versões do Guia). Em 1996, foi selecionado como o 24º (42 ao contrário, aproposito) livro da lista “Os cem maiores livros do século” compilada pela Waterstone’s Books/Channel Four.
A segunda série Radiofônica
No início do ano de 1980, Douglas criou outros 5 episódios, continuando de onde a série anterior havia parado. Elas foram transmitidas, novamente, pela BBC Radio 4, nos dias 13, 21, 22, 24 e 25 de Janeiro daquele ano. Diferentemente da primeira série, que não teve nenhuma publicidade, ela foi anunciada na capa da Radio Times. Apesar do nome, era incomum que uma série de rádio fosse promovida na capa da revista. O jornalista Nicholas Wroe escreveu que “…pode-se notar a mudança na vida de Douglas Adams através das suas séries. Enquanto a primeira tratava sobre piadas de pub e não tem dinheiro, a segunda tem mais piadas sobre restaurantes caros e contadores.
A primeira série terminou com os dois personagens principais (Arthur e Ford) presos na Terra pré histórica. Usando a toalha de Ford eles escapam e se juntam aos outros na nave. Os ouvintes descobrem o real motivo que levou a Terra a ser destruída, Zaphod descobre porque se convenceu de concorrer à presidência da Galáxia, e ele, Arthur e Ford conhecem o verdadeiro “chefe” do universo…
O segundo livro
Douglas escreveu o segundo livro intitulado O Restaurando No Fim do Universo, baseado em ambas as séries: 7, 8, 9, 10, 11, 12, 5 e 6 (nessa ordem), sendo publicado ao final de 1980. O título refere-se a um extravagante e caro (na série de rádio ele aparece no episódio 5) que eles visitam e onde assistem ao universo explodindo para seu deleite. A ideia veio de uma canção chamada Grand Hotel, por Procol Harum. O livro acaba com o grupo separando-se, e Ford e Artuhur presos na Terra pré histórica mais uma vez com um grupo de cabeleireiros rejeitados, consultores de investimento, sanitarizadores de telefone, etc, de um outro planeta (episódio seis na série de rádio). O livro foi tão bem sucedido quanto o primeiro, com Douglas recebendo o Golden Pan e sendo traduzido para outras línguas.
A série de TV

Marvin da série de TV
Em Janeiro de 1981, A BBC transmitiu uma mini série de seis capítulos baseada nos primeiros seis episódios da série de rádio. Alan Bell produziu enquanto John Lloyd foi o produtor associado. Alguns dos atores da versão radiofônica apareceram também na série de TV. Arthur Dent, Zaphod e a voz do Guia foram interpretados pelas mesmas pessoas. Houveram mudanças no resto do elenco e algumas adições:
* David Dixon (Ford Prefect)
* Sandra Dickinson (Trillian)
* David Learner (Marvin’s body5)
Também estrelou Richard Vernon como o arquiteto de planetas Slartibartfast, Peter Davison como o ‘o Prato do Dia’ e Douglas Adams como o homem que desiste da vida moderna e retorna para o mar. A trilha sonora foi novamente fornecida por Paddy Kingsland.
Prêmios
A série ganhou três BAFTA (British Association of Film and Television Arts) por Best TV Graphics (esse prêmio refere-se ao visual e disposição de informações gráficas no geral, não necessariamente efeito especiais), Best VTR Editing (Melhor Edição) e Best Sound (Melhor Som).
O terceiro livro
Em 1982, o terceiro livro de Douglas, A Vida, o Universo e Tudo Mais, foi simultaneamente publicado nos EUA e na Inglaterra. O livro é mais sobre Arthur e Ford, mas Zaphod, Trillian e Marvin aparecem também. O livro possui fortes referências ao cricket. No livro, Arthur e Ford escapam da terra pré-histórica pulando em um sofá Chesterfield que está passando e encontram seu amigo Slartibartfast, vice presidente da Campanha por Tempo Real. Eles viajam através do universo procurando por partes do Portão Wikkit para salvar o universo da destruição por robôs do planeta Krikkit. Ao final do ano o livro e os dois anteriores estavam todos na lista semanal de mais vendidos do New York Times e do Publisher. Douglas recebeu outro Golden Pan pelo livro e foi traduzido para seis línguas estrangeiras.
O Jogo de computador
O jogo seria lançado pela Infocom dois anos depois, sendo escrito por Douglas Adams e programado por Steve Meretzky. Vendeu 350.000 cópias e ganhou um prêmio da Thames TV no ano seguinte. Teve versões para várias plataformas, incluindo uma versão para o site da BBC Radio 4, vencedora de um BAFTA. Para saber mais sobre o jogo leia nosso pequeno artigo.
O Quarto Livro
Um quarto livro, Até mais, e Obrigado pelos Peixies, foi publicado em 1984. Com seu típico humor, Douglas ainda chamava a série de trilogia. Dessa vez, Arthur Dent chega a uma versão da Terra onde os golfinhos voltaram de uma dimensão parelela para substituir aquela que estava destruída. A maior parte do livro é sobre Arthur e seu relacionamento com sua nova namorada Fenchurch ao invés das loucas e divertidas aventuras intergalácticas dos livros anteriores. O livro termina com Arthur, Fenchurch, Ford e Marvin visitando outro planeta para ver a mensagem final de Deus a respeito de sua criação. Douglas escreveu o livro porque fora pedido. Alguns anos depois, contudo, ele disse:
“… pra dizer a verdade, eu realmente não deveria te-lo escrito, e eu senti isso enquanto o escrevia. Fiz o melhor que pude, mas não foi, você sabe, com alma.”
O quinto livro
Douglas tirou umas férias da sua série mais famosa para trabalhar em outras coisas, mas eventualmente escreveria um quinto livro da “trilogia”, Praticamente Inofenciva, publicada em 1992. Nele temos duas versões da Trillian: uma vivendo na Terra numa realidade alternativa e uma onde ela trabalha como um repórter galática viajante do tempo. Arthur vaga perdido pelo universo até fixar-se em um planeta para fazer sanduíches, apenas para ser confrontado por uma filha que ele não sabia que tinha. Enquanto isso, Ford tenta impedir que os Vogons usem uma versão corrompida do Guia para destruir todas as versões paralelas da Terra através das dimensões. O livro tem um final triste. Douglas disse:
“… é um livro desolado. A razão é bem simples – eu estava tendo um péssimo ano, por todos os tipos de razões pessoais que não quero entrar…”
O Website
Em 1999 The Digital Village, uma compania co-fundado por Douglas para explorar as possibilidades da então emergente Nova Mídia, criou o site h2g2. O foco era criar uma versão na vida real do Guia. Em Fevereiro de 2001, eles passaram o controle do h2g2 para a BBC. Pessoas de todo o mundo podem se cadastrar como “Pesquisadores” e escrever pequenos artigos (“Entries”) em diferentes tópicos. Exemplos de tópicos existentes são: ‘Etiqueta para Espectadores de Xadrez’, ‘Mau de uma perspectiva Ocidental’, ‘Alaskan Fish Plants’ e ‘Como o Sabão Funciona’.
O Filme
Uma mídia na qual o Guia lutou para se materializar foi em filme. Douglas Adams viajou para Los Angeles em 1983 para escrever um roteiro para um filme baseado no primeiro livro, mas a negociação fracassou em se tornar uma produção. Ele escreveu várias versões do roteiro ao longo dos anos, discutiu o projeto com um bom número de pessoas de Hollywood incluindo o diretor de Caça-Fantasmas Ivan Reitman, e tentou com muito esforço fazer com que ele fosse produzido, mas sem sucesso. Ele se mudou para Santa Barbara com a família em 1999 e estava trabalhando no projeto até sua morte. Ele uma vez comparou o processo de ter um filme produzido em Hollywood com “tentar grelhar um bife através da sucessão de pessoas entrando em uma sala e dando uma baforda nele.” Contudo, seu ex-agente Ed Victor disse:
“Ironicamente, desde a morte de Douglas as coisas começaram a melhorar para o filme porque um monte de pessoas como eu decidiram que esse filme deve ser feito em uma espécie de homenagem a ele”.
Acabou que essa declaração foi a faísca para a produção do filme, lançado em 2005. Com o material de Douglas e Karey Kirkpatrick e dirigido por Garth Jennings, o filme seguia de maneira “mais solta” o enredo do primeiro livro, com adições e adaptações que se esperaria de um roteiro de DNA. Ele continha alguns nomes famosos no elenco, como Martin Freeman (Arthur), Sam Rockwell (Zaphod) e Zooey Deschanel (Trillian).
A opinião dos fãs ficou dividida – alguns disseram que houve uma perda da “fagulha de Douglas”; outros pensaram que as mudanças condiziam com o espírito do original. Foi nomeado a seis prêmios, vencendo o Most Original do Golden Trailer Award (que premia treilers, posters e publicidade em geral ligada ao cinema).
A fase Tertiary (Terciária), Quandary (Perplexidade) e Quintessential Phases (Quintessencial)
Em Setembro de 2004, a BBC Radio 4 foi anfitriã de uma nova série, 25 anos depois da original ter sido transmitida. Estrelando boa parte do elenco original, mas com Willian Franklyn substituindo Peter Jones como a Voz do Livro, a série adaptou material dos livros remanecentes e foi produzida e dirigida por Dirk Maggs. Após o sucesso da Tertiary phase, the Quandary e Quintessential, baseadas nos livros remanescentes, foram transmitidas em 2005.
O Livro Final – Eoin Colfer
And Another Thing - Eoin Colfer

Em 2009, outro capítulo na história do Guia foi criado – outro romance h2g2. Dessa vez, contudo, não fora escrito por Douglas e sim por um autor infantil Irlandês, Eoin Colfer, a pedido do testamento de Adams. Houveram opiniões divergentes entre os fãs se era bom ter mais aventuras com os personagens, ou se eles deveriam descansar em paz após o final de Praticamente Inofensiva. Ainda assim, muitos gostaram, apesar de que era bem claro de que não fora escrito por DNA.
“E Another Thing não sofre tanto por não ter sido escrito por Douglas Adams. Ele tem suas fraquesas, mas eles são superados pelas qualidades de Eoin Colfer. Esse é um livro bem escrito com um enredo bem amarrado que usa os personagens de Adams brilhantemente.” – h2g2 Researcher Psycorp, escrevendo para o The Post.
Popularidade
Até hoje, mais de 15 milhões de cópias dos livros de Douglas, incluindo a trilogia de cinco livros e cinco livros não relacionados ao Guia. Versões do Guia apareceram em diferentes formatos: álbums, um livro dos roteiros do rádio, adaptações para o teatro, cassetes lidas por Stephen Moore e Douglas Adams, CDs, vídeos e DVDs do programa de TV, quadrinhos (incluindo versões eletrônicas) pela DC Comics e até toalhas de banho.
Quando perguntado por um fã clube a respeito do grande apelo da série do Guia, Douglas disse:
“Bem, não sei. Tudo o que sei é que eu trabalhei muito em cima disso… eu suspeito que a quantidade de pessoas que gostaram dele não deixa de estar relacionada com a quantidade de esforço que coloquei nele.”
Fã de longa data, James Cullen, disse: “o Guia do Mochileiro entrou na conciência coletiva’. O que mais lhe agradou no livro foi “o uso da linguagem para permitir a estranheza parecer quase que possível e plausível. Havia um grande senso que era baseado em um real entendimento da física.”
Tributo
DNA

Douglas Adams morreu no dia 11 de Maio de 2001, após um ataque do coração fulminante. Tinha 49 anos e deixou esposa e uma filha. Conforme a notícia foi se espalhando pelo mundo, milhares de pessoas postaram mensagens em tributo a Adams no fórum oficial em seu site, no espaço pessoal dele no h2g2 e em vários outros sites, listas, newsletters, jornais e revistas. Fã sugeriram que um dia deveria ser declarado como o Dia da Tolha, em sua homenagem. O dia escolhido foi 25 de Maio, de forma arbitrari – não tendo nada a ver com o dia do Orgulho Nerd. Festas em memória de Douglas foram realizadas em diferentes países: Australia, Áustria, Brasil, Canadá, República Tcheca, Finlândia, Alemanha, Hungria, México, Países Baixos, Noruega, África do Sul, Suécia, Suíça, Reino Unido e EUA.
Douglas estava trabalhando em um romance quando morreu, provisoriamente entitulado The Salmon Doubt. Ele originalmente intencionava que fosse uma paródia aos livros de detetive, mas achou que não estava funcionando e considerou usar o material como um sexto livro da série do Guia. Isso nunca ira acontecer. Contudo, alguns dos amigos de Douglas e associados reuniram um livro intitulado The Salmon Doubt que fora publicado em 2002 como um tributo póstomo. Ele contém uma biografia, discursos e artigos escritor por Douglas sobre diversos temas, um conto que ele escreveu sobre Zaphod e alguns rascunhos do material do romance.
Curiosidades sobre Douglas Adams – http://domo.gd/5WwHC
Douglas Adams – http://domo.gd/RHUqc
O jogo – http://domo.gd/z7ykl
O Filme (uma não crítica) – http://domo.gd/gaDyO
Fonte:
h2g2 – http://www.bbc.co.uk/dna/h2g2/A943184
Ah, nossos egos agradecem!
Esperamos que volte sempre (mesmo quando não for sobre Douglas Adams). E quem sabe um dia você não estará respondendo a um comentário como esse? Quando quiser colaborar com o site é só falar com a gente.
Até mais!
po cara..muito bom..boa pesquisa..boa escrita..ate eu q nao sabia nada sobre assunto to sabendo mais ou menos aqui…mto bom cara..parabens!=D
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Muito bom esse site : ) Para todos que como eu amam Douglas Adams e o seu nonsense perfeito – esse é o lugar ^^ Adorei todas as matérias – filme, livro, curiodades ^^ Parabéns pelo site